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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016


DUAS TRAVESSAS E MEUS OLHARES (TOMO II)

Altomaticamente fui colocado para dormir com algum sonífero que enterraram em minhas

narinas...
Quando retornei de minha visita ao mundo de Sandman já não estava mais caído sobre os arbustos, olhei em volta meio aturdido ainda e para minha surpresa estava amarrado a duas árvores. Olhei para os lados e percebi que meus braços estavam atados firmemente as laterais de meu corpo, bem como minhas pernas foram amarradas juntas com um nó feito de uma forma bastante engenhosa. Então olhei em volta para ver se encontrava alguém para chamar, mas eu estava sozinho, seminu e mesmo que quisesse berrar por alguém não seria muito fácil, já que estava com uma mordaça me impedindo de falar, que dirá berrar.
Então tentei me acalmar e lembrar-me do ocorrido, lembrei que duas meninas ...(é claro, aquelas meninas)..., era óbvio eu elas haviam tramado tudo após terem percebido minha aproximação e mais ainda minha investida de voyeur. Me perguntava onde estavam agora e o que pretendiam fazer comigo.
O dia estava findando e o entardecer já estava dando lugar ao abraço da noite, já estava começando a ficar muito inquieto e a pensar besteira....(divagações de um tolo não precisa de muito tempo para aparecer, quando em uma situação de constrangimento.
Agitado, continuava a me contorcer na tentativa de tirar aquelas amarras de meus braços, mas não tinha sucesso algum e bufava qual um bicho raivoso. Quando finalmente me dei por vencido ouvi na penumbra que caia os risinhos de deboche de vozes femininas. Automaticamente adivinhei quem seriam as personagens que me espreitavam de trás das árvores, então meio atônito as olhei com surpresa e desejo...
- Olá garotão, está confortável? Chamo-meCassandra e minha amiga aqui é a Amelie. Podemos nos aproximar de nossa presa?
Sua voz era sedutora e aveludada cortando sedutoramente o ar até penetrar meus ouvidos, ela não esperava que eu respondesse mesmo e foi se aproximando como se dançasse no ar e chegou até mim. Me olhou profundamente nos olhos e começou a chamar com um aceno sua companheira para que viesse também em minha direção.
- Então você gosta de ficar espionando meninas se banhando, não é mesmo seu pervertido? –indagou ela para mim, enquanto passavam suas mão no interior de minhas coxas, mas sem tirar minha mordaça para que eu pudesse responder.
- Então, o que estava fazendo ali escondido enquanto nos observava meu ilustre estranho? – perguntoua outra menina de nome Amelie, enquanto passava suas unhas pela minha coluna lentamente.
- Você tem algo a dizer meu jovem curioso? – disse Cassandra retirando com cuidado minha mordaça enquanto aproveitava a situação para falar perto de meus ouvidos.
Aquela situação estava me deixando com mais desejo do que medo de dar justificativas as suas indagações. Senti seu suspiro em meu ouvido no final da pergunta e cerrei os olhos. Elas observavam-me tal qual um pedaço de carne que se quer devorar de tanto apetite.
Então tentei lhes dizer que não havia nenhuma mal intenção da minha parte, que estava apenas passando e fui pego de surpresa pelas intimidades que elas trocavam secretamente. Como disse eu tentei, pois fui interrompido pelos lábios daquelas jovens intercalando seus beijos com os meus.
-Gosta,seu abusado, de ficar olhando garotas inocentes? Perguntou Cassandra lambendo minha face ruborizada.
- Gosta de ficar se estimulando enquanto observa meninas se beijando? Indagou Amelie entrando com suas mãos no interior de minha bermuda.
Meio sem jeito eu respondi que sim, mas que não tinha sido proposital....
- Então foste vítima das circunstâncias meu caro, acaso lhe obrigaram a ficar ali, pois isto era muito difícil de ser evitado. Sim, eu acho que seus olhos e sua “cabeça inferior não lhe deixaram oferecer resistência a nossa performance, não é mesmo?Dizia aquela menina Cassandra falando vagarosamente no interior de meus ouvidos.
Eu nem sabia mais se falava alguma coisa, pois era aturdido de forma libidinosa pela Cassandra invadindo minha audição com suas insinuações, enquanto a Amelie massageava-me pela frente e por trás. Amelie, que era uma bela jovem de cabelos longos e vermelhos como fogo preferia não falar muito, tinha mais interesse em me fazer sentir seu toque carinhoso e ousado. Em contra partida Cassandra adorava me torturar usando de sarcasmo para tentar me fazer sentir culpado de alguma forma. Era como se quisessem brincar com minha razão e impulso animal ao mesmo tempo. De qualquer forma minhas justificativas não tinham mais fundamento nenhum, até porque não passariam de mentirase elas sabiam bem disto.
Não havia tempo para raciocinar, não ligava mais para o que fariam comigo, apenas não queria que parassem suas investidas sobre mim. Eu já não conseguia mais conter minha libido e meu membro demonstrou meus instintos nas mãos quentes de Amelie, preenchendo-as...
- Olha o que temos aqui minha Cassandra, uma ferramenta para trabalho. Como podemos dar uma utilidade para ela, hein???
- Tenho certeza que vamos ter muitas idéias para utilizar este mastro da forma mais adequada minha Amelie – disse Cassandra beijando ardentemente sua companheira deliciosa.
Cassandra era um bela mulher de cabelos ruivos como sua amiga mais jovem, porém tinha os cabelos cacheados que ao cair sobre seu colo ressaltava seus seios fartos e que praticamente não cabiam dentro daquele biquíni minúsculo.
Elas sabiam bem como prender um macho em sua teia criativamente armada e entre seus beijos me olhavam maliciosamente dando a entender que elas estavam somente começando suas brincadeiras eróticas. Quanto a mim me perguntava o que me estava guardado...
-Está vendo tudo meu varão tímido, observe bem para que não percas nenhum detalhe e não nos deixe sem atenção. Pois terás que nos dar muita, hahahahahahahahah....-dizia Cassandra colocando dois dedos em minha boca enquanto sugava os lábios de Amelie gulosamente.
- O que você acha de deixarmos nossa brincadeira mais quente minha linda Amelie?
- Eu acho ótimo minha deliciosa Cassandra, mas qual seria sua sugestão?
- Bom eu acredito que temos de pedir uma ajudinha para nosso amiguinho aqui, afinal ele deve estar meio indisposto pendurado ai todo este tempo. (Dizia Cassandra mordiscando seus lábios e me olhando constantemente).
- Eu concordo plenamente Cassandra, eu adoraria descobrir o que ele tem por baixo desta bermuda inconveniente. Será que nos permite menino?
Eu já estava um pouco dolorido por estar pendurado há tanto tempo, mas só havia sentido as reações no corpo por elas terem perguntado, pois meus instintos já falavam mais alto desde o momento que em elas começaram a me tocar. Eu não respondia mais por mim e acenei a cabeça com uma afirmação.
- Não te preocupes, vamos soltá-lo bem carinhosamente meu menino. Pegue na frente que eu lhe ajudo por trás Amelie.
Enquanto Amelie desatava meus pés, Cassandra esticava seu corpo para desamarrar os nós de meus braços. Amelie lentamente forçava na direção contrária as amarras enquanto intercalava passando insinuantemente suas unhas por minhas virilhas. Cassandra fazia questão de esfregar seus seios volumosos nas minhas costas no vagaroso trabalho de me soltar os braços. Era algo muito gostoso ficar a mercê daquelas duas meninas pervertidas.
Logo trocaram de lugar e Cassandra veio para frente enquanto Amelie contornava minhas pernas. Parecia que elas propositalmente demoravam para me soltar. Fechei os olhos quando Amelie contornou sua mão por dentro da entrada inferior de minha bermuda puxando-a com força para baixo. Cassandra por sua vez, agora na minha frente e me encarando como sempre, apertou-me contra seu corpo para continuar desfazendo os nós, enquanto assim o fazia continuou roçando seus seios em meu tórax, e me olhando fixamente começou s fazer um movimento de vai e vem para cima e para baixo sedutoramente. Amelie colocou sua mão entre nós para finalmente revelar meu membro ereto de tanto desejo, e começou a massageá-lo carinhosamente. Cassandra continuou com seus movimentos até que finalmente seus seios retiraram-se de dentro de sua peça minúscula e mostraram-se para mim com todo o seu vigor. Fiquei louco de tanto desejo em ver aquelas fartas montanhas se aproximando cada vez mais de meu rosto. Queria pôr eles na minha boca de uma vez e consumi-los com todo o meu apetite de criança faminta. Quando senti então minhas pernas frouxarem-se e elas me segurarem com toda a segurança, cada uma tomando uma lateral de meu corpo nu.
- Agora já está solto meu garotão, vamos deitá-lo para que relaxes um pouquinho, não queremos que fiques esgotado por muito mais tempo. E parece que seu “amiguinho” está querendo nossa atenção também. Percebes também Amilie?
- Ahhhh sim, eu gosto do jeito que ele olha para as alturas, sua firmeza me dá água na boca, quero saber como é o sabor que está guardado dentro dele. Vem Cassandra me ajude a mostrar como somos carinhosas para este menino curioso.
Cassandra respondeu de imediato tomando a mão da amiga e começaram a dar vazão aos seus intuitos femininos. Vieram enfim para cima de mim dividindo meu pênis com a mão de cada uma, acariciavam-me enquanto se beijavam luxuriosamente. Aquela visão e a sincronia que me masturbavam me fazia querer verter meu licor em suas mãos, mas me contive, tinha de me conter, aquela noite me guardava situações muito variadas e excitantes que pretendia tirar o máximo de proveito.
Não estava nem ai mais com minhas justificativas infundadas que tinham origem nos pudores dos conceitos de minha família. Queria destruir todos os meus dogmas arcaicos e com um impulso feroz rasguei o “top” que Amelie estava usando, mostrando suas belas montanhas rosadas, eu diria busto, diria seios, diria tetas mesmo, pro inferno com minhas palavras de respeito, queria que ela colocasse meu pau no meio deles naquele instante sem ter que pedir.
- Ohhhhh, que menino travesso, não respeita minha pureza, tens o costume de arrancar e se apossar da pele alheia sem pedir permissão, não é ?- (Indagou-me Amelie olhando para meu pênis que latejava em sua mão graciosa e macia).
- Bem, vejamos o que posso fazer com esta ferramenta deliciosa que está fervilhando entre meus dedos, hummm, acho que vou começar guardando-o entre meus seios. –( Amelie tratou então de colocar suas belas e suculentas nádegas em frente a minha face enquanto guardava meu membro ereto entre seus seios quentes e macios).
Eu estava fervendo ao sentir o vigor com que era manejado meu pênis entre seus seios juvenis, era um teste de prazer e devassidão olhar para frente e ver aquele rabo roçando sobre meu queixo enquanto aquela fêmea perversa fazia meu membro entrar e sair do meio de seus seios úmidos pelo despertar de meu licor seminal . Ela percebeu que eu estava em ponto de bala e vez por outra o começou a colocar em sua boca gulosa . Então parou repentinamente para chamar Cassandra....
- Venha dividir meu alimento comigo Cassandra, este mastro é muito saboroso e quero que você prove também.
-Vamos ver se tens razão, - (disse Cassandra atendendo de imediato o pedido de sua linda e fogosa amiga).
Agora elas me chupavam simultaneamente com muita vontade, tal qual seu apetite e luxúria lhes permitissem. Eu sentia suas línguas úmidas e quentes descendo e subindo nas extremidades de meu membro. Tal era a cumplicidade de ambas que se combinavam através de olhares – (eu suponho) – para que quando uma descesse até a extremidade inferior a outra subia acabando por envolver minha glande por completo dentro de sua boca fervente, consumindo-me por completo e sugando –me ao se retirar. Assim continuavam fazendo intercaladamente, sussurrando uma para a outra palavras obscenas. Eu estava quase explodindo dentro de suas bocas, quando se olharam e se dirigiram para mim perguntando-me...
-Esta se sentindo bem garanhão, queres que estas meninas “tímidas” parem de lhe torturar ? –(perguntou-me Cassandra mordiscando seus lábios).
Eu as admirava pela sua pele suculenta, era uma visão paradisíaca e ao terminar sua pergunta trocaram beijos da forma mais excitante que é possível mulheres se beijarem, daquela maneira que se morde os lábios no final do enlace. Respondi enfim que elas não deveriam deixar-me em paz por nenhum momento mais, precisava loucamente desbravar cada entrada daqueles corpos angelicais. Num impulso louco penetrei minhas mãos nas nádegas volumosas de Amelie que ainda rebolavam sobre meu queixo. Seu short curto não era suficiente para guardar aquele rabo magistral, apalpei bem penetrando meus dedos para dentro encontrando seu ânus úmido e justo. Ela soltou um gemido que somente serviu para me deixar mais louco, e Cassandra percebendo a visão da libido explodindo de nossos corpos abocanhou-me por completo. Sentindo meu pênis invadir sua garganta enterrei de vez meu dedo no cuzinho justinho de Amelie que berrou de prazer para toda a floresta. Não queria mais que aquela sensação tivesse fim. Entrava e saia ininterruptamente com meu dedo médio de dentro da caverna apertadinha de Amelie enquanto Cassandra continuava me chupando com vigor e carinho ao mesmo tempo. Era extasiante ouvir os sussurros de Amelie em conjunto com os lábios de Cassandra pressionando cada vez mais meu membro, que já estava virado numa barra de ferro em seu interior oral. Eu gemia pelo prazer proporcionado e elas sussurravam onomatopéias desconexas no ar. Amelie queria tanto que meu gesto continuasse que pediu para tirar o short de vez. Tirando-o enfim pude ver então aquela visão magnífica de sua vagina ensopada de tanto desejo.
- Agora quero que penetres sua língua dentro de meu corpo, quero senti-la com gosto. –(Disse –me Amelie se aproximando de minha boca vagarosamente enquanto eu esperava fechando meus olhos e aguardando seu sabor ativar minha gustação).
Graciosamente sentia aquela vagina acoplar-se a meus lábios e no vai e vem de seu clitóris ia consumindo seus humores internos. Seus gemidos pareciam-me de uma loba no cio que desejava ardentemente minhas carícias e dizia-me que não parasse por nada. Somente quando falou comigo é que notei uma mudança na voz que soava mais aveludada que a de Amelie, abri então meus olhos para descobrir que tinha a encantadora e formosa Cassandra sobre mim. Cassandra fitou-me e soltou um sorriso de deboche. Que lindo era seu sorriso preenchendo todo seu rosto dourado, ela tinha um misto de criança travessa e a experiência de uma amante voraz. Ainda me lembrava de sua criatividade nas minhas partes íntimas agora há pouco.
Cassandra tinha um sabor delicioso e sugava-a com força encaixando minhas mãos naquela bunda farta e torneada. Seus gemidos contrastavam com os meus, e cada movimento voraz aproximava mais meus dedos de seu cuzinho justinho e úmido. Logo, sem pedir permissão enfiei todo meu dedo médio lá para dentro fazendo-a berrar libidinosamente. Perguntei-lhe se era assim que gostava de ser tratada e continuava entrando e saindo simultaneamente de suas cavernas quentes.
-Sim, é assim mesmo que deves me tratar meu garanhão, és meu para meu deleite e somos tuas para o vosso. Minha Amelie te agrada lá embaixo, mas sou eu que permito e lhe digo quando irás estourar está ouvindo?–(disse-me Cassandra tentando-me e descendo para provar novamente de meu membro em comunhão com Amelie).
Soltei um gemido lancinante no ar e tive de me conter por um instante nas minhas carícias em Cassandra quando fui abocanhado por elas novamente. No vai e vem de suas bocas, sentia um mix de suas formas particulares de quererem me agradar . Já estava latejando e quando voltei minha língua para dentro de Cassandra novamente, gozando me disse para que eu fizesse o mesmo em suas bocas ferventes e macias, não aguentei ouvir aquelas palavras de desejo e ordem simultânea e soltei um copioso jato de meu licor seminal em suas faces.Com gula e devassidão consumíamos uns aos outros e delirávamos em uníssono. Com uma breve olhada para frente percebi que Amelie gozava também enquanto se masturbava beijando os lábios de Cassandra. Cassandra saiu de cima de mim e se prostrou ao meu lado com a companhia de Amelie do outro e fiquei louco com a visão de meu sêmen estar em seu lábios enquanto se beijavam carinhosamente.Após este momento de êxtase, ambas deitaram-se ao meu lado e fitaram-me no fundo de meus olhos, Cassandra tinha um olhar de devassa e meigo ao mesmo tempo, enquanto Amelie parecia uma criança inocente e preferia se dividir em me observar calidamente e beijara Cassandra. Cassandra tinha um jeito especial de dizer aos demais o que planejava e foi levantando-se para se fazer clara.
Então Cassandra subiu para cima de mim e ambas começaram a massagear meus cabelos, sentia os seios de Amelie roçarem por baixo de meus braços enquanto puxava os mamilos de sua suculenta amiga para junto de minha boca. Amelie começou a beijar-me no pescoço e orelhas e Cassandra não ofereceu resistência quando abocanhei seu seios fartos consumindo-os de uma vez para demonstrar minha obsessão por eles. Eu queria mesmo demonstrar minha dedicação a suas “montanhas esculturais”, devorava para dentro de minha boca seu mamilo inteiro e todo o conjunto que coubesse daqueles seios arroxeados e que afloravam ainda mais sua feminilidade latente, para depois voltar a sensibilidade da extremidade mamária e me concentrar vagarosamente em movimentos ondulares. Eu me sentia muito feliz em fazer aquela bela menina gemer loucamente com minha fome criativa por ela. Ela sabia me fazer querer mais e mais satisfazê-la,....
-Quero que continues incessantemente, mas faça-o com Amelie também para que eu possa observar também o que ela sente. –(disse-me Cassandra lambendo seus lábios de desejo).
-Sim, faça-o comigo também para eu possa sentir o mesmo que Cassandra. Somos muito unidas e desejamos tudo por igual... -(praticamente sussurrando disse-me Amelie).  
Amelie me beijava e Cassandra lhe trouxe agora para junto de si. Novamente trocaram alguns beijos e Cassandra empurrou-lhe para perto de mim para que repetisse as minhas ações pervertidas em seus seios rosados e medianos.
Comecei a atender agora os pedidos de Amelie e notei com satisfação as várias formas peculiares de ambas demonstrarem seus desejos. Enquanto Cassandra gemia e sussurrava seu deleite por mim, Amelie preferia expressar mais ferozmente aos berros cada vez que consumia seus seios inteiros dentro de minha boca faminta.
Elas tinham uma cumplicidade ímpar e eu não poderia cometer a estupidez de deixar uma ou outra sem a mesma atenção, era fato agora que elas me queriam e sabiam dedicar-se sem constrangimentos,e era esta atenção que eu lhes retribuiriacom todo o prazer. Era um momento único e fabuloso que merecia um cuidado especial aos mínimos detalhes, não poderia ser permitido colocar um tolo e sem capacidade para se aventurar nesta tarefa, tinha que ser capaz ou ter a humildade de se retirar caso não o fosse. Enfim, era uma prova de fogo e eu estava mais do que pronto para me queimar ardentemente naqueles corpos divinais de tão perfeitos, e ao mesmo tempo infernais de tanta lascívia.
Por um instante meus pensamentos voaram alto pelo céu estrelado que conspirava para que a noite fosse totalmente perfeita para nós, admirava o aroma que vinha de seus corpos atléticos....ahhh, que belas pernas torneadas tinha Cassandra...e suas performances. Eu me sentia como se estivesse no paraíso dado às sensações, aos impulsos elétricos e a beleza do lugar. Não fomos perturbados por vivalma e mesmo que fossemos nada poderia quebrar o encanto do momento que usufruíamos. Era como se estivéssemos entregues as forças da natureza que não se opunham aos nossos impulsos desvairados.
Percebi que elas compartilhavam de minha observação quando Cassandra pegou a mão de sua amiga e elas começaram a dançar em círculos pela clareira a nossa frente. Era uma visão sexy e convidativa vê-las bailando e sorrindo para mim. Eu me sentia homenageado e preferi sentar e admirá-las por um tempo. Soprava uma brisa suave nas minhas costas e logo apareceram pirilampos para contrastar com o brilho da lua cheia. Ouvi gente gargalhando e berrando ao longe, provavelmente embriagados e fazendo paródia um do outro. Tudo estava perfeito e imaginei que tolo era por não vir mais vezes para este tipo de ambiente.
A penumbra a minha volta tornava a noite muito sedutora e mágica. Fechei os olhos por um momento e pude escutar perfeitamente minha pituitária falando para mim. Os sorrisos das meninas combinavam perfeitamente com os comentários de toda a biota daquela mata virgem e então não pude perceber o que nos esperava no decorrer das próximas horas...
Um clarão vindo do céu rasgou abruptamente o véu de trevas que tomava o lugar que estávamos, abrindo meus olhos para responder aos berros das meninas tive que desviar minha visão para baixo, tamanha era a intensidade da luz incandescente que me ofuscava. A curiosidade e o espanto se mesclaram dentro de nós e acompanhamos atentos ao caminho que aquele jato de luz fazia cortando os céus e precipitando em direção a terra.